quarta-feira, 27 de março de 2013

Enem vai mudar vestibular das maiores universidades do País em 2013

ANGELA CHAGAS - TERRA EDUCAÇÃO - 26/03/2013 - SÃO PAULO, SP
Alheias às polêmicas que envolvem o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), as universidades brasileiras estão cada vez mais próximas de cumprir com a meta do Ministério da Educação (MEC) de acabar com os tradicionais vestibulares. Levantamento feito pelo Terra nas dez maiores instituições federais aponta que quatro delas já desistiram das seleções próprias e agora escolhem seus alunos exclusivamente pelo exame nacional. Das seis que ainda não abriram mão do vestibular, quatro confirmam que devem fazer mudanças ainda este ano. As outras duas - Universidade de Brasília (UnB) e Federal da Paraíba (UFPB) - preferiram não responder ao questionamento.
Na semana passada, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), um gigante com cerca de 50 mil alunos, anunciou o fim do vestibular para aderir ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que usa a nota do Enem para selecionar os estudantes. A instituição seguiu o exemplo da Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Federal Fluminense (UFF), Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e praticamente 100 outras universidades públicas de todo o País que passaram a usar o Sisu. Na lista das dez maiores instituições federais – com base no último Censo da Educação Superior – a Federal da Bahia (UFBA), Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Federal do Pará (UFPA) e Federal de Pernambuco (UFPE) confirmam que a discussão sobre a adoção integral ao Enem será levada a discussão nos conselhos universitários ainda este ano, com a possibilidade de mudanças para a próxima seleção de novos alunos.
De acordo com a pró-reitora da UFPE, Ana Cabral, as mudanças devem ser anunciadas em breve, já que provocam impacto na vida de milhares de estudantes que já estão se preparando para os vestibulares tradicionais. `Vamos levar esse debate para a reunião do Conselho Universitário. Não temos uma data ainda, mas a gente tem que fazer isso logo, no mês de abril, porque as escolas precisam saber disso`, afirma a pró-reitora. Para ela, as últimas polêmicas envolvendo a correção das redações – estudantes receberam boa nota mesmo fazendo `deboche` com receita de macarrão e hino do Palmeiras – não devem afetar a decisão dos conselheiros.
`Quando surgiu a possibilidade do Enem como processo de vestibular, as pessoas ficaram um tanto cautelosas, porque era uma coisa nova, mas agora está no quinto ano, sofreu aperfeiçoamento. Na última edição, não teve nenhum problema`, justifica. Atualmente, a UFPE utiliza o Enem como primeira fase do vestibular, mas para Ana Cabral a universidade já está pronta para aderir completamente ao Sisu. `Claro que eu não posso garantir que isso vai acontecer este ano porque não sou eu quem decide, isso é atribuição do conselho`, garante.
Na UFBA, o Enem também substitui a primeira fase da seleção e já é a única opção para candidatos aos cursos tecnológicos e interdisciplinares. A expectativa da reitoria é acabar com o vestibular ainda este ano, embora o pró-reitor de Graduação, Ricardo Miranda, confirme que mudanças significativas como essa ainda encontram resistências na universidade. `A reitoria propôs essa mudança e já iniciamos a discussão. Claro que isso leva tempo até todos os conselhos fecharem acordo, geralmente essas mudanças significativas não ocorrem de um ano para outro.`
A primeira discussão na UFBA já tem data. No dia 4 de abril, o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do MEC responsável pelo Enem, vai participar de uma reunião na universidade. O objetivo: convencer os conselheiros sobre a importância do exame nacional. Em entrevista ao Terra na semana passada, Luiz Claudio Costa confirmou a agenda, mas disse que não faz nenhuma pressão para que as universidades acabem com os vestibulares. `Sempre participo dessas reuniões quando sou convidado pelas instituições, mas todas têm completa autonomia para decidir se querem ou não aderir ao Sisu`, disse Costa.
Embora o Enem ainda enfrente resistências na UFPA, o pró-reitor de graduação, Mauro Miranda, diz que a discussão deve ser levada ao conselho universitário no primeiro semestre deste ano. Atualmente a universidade usa o Enem como primeira fase, o que, segundo Magalhães, `funciona bem`. `Gostamos desse modelo porque na segunda fase podemos fazer uma prova cobrando conteúdos mais regionais, como a geografia da região amazônica, escritores locais, coisas que o Enem, por ser um exame nacional, não aborda`, afirma.
Em nota, a UFRGS disse que o seu vestibular é `tradicional e consolidado`, mas que também trabalha em mudanças. `A UFRGS sempre está aberta ao debate sobre opções de ingresso na graduação. (...) O vestibular de 2014 poderá ter mudanças relacionadas ao Enem, mas esse tema ainda não foi colocado em discussão`, informou.
Tendência é acabar com o vestibular em pouco tempo
Última universidade federal a aderir à seleção por meio do Enem, a UFMG precisou enfrentar resistências de escolas, estudantes e professores, mas conseguiu aprovar o fim do vestibular em uma votação no conselho universitário que contou com 40 votos favoráveis e apenas dois contrários. Reitor da universidade, Clélio Campolina diz que essa é uma tendência que deve se confirmar em todas as instituições federais em um curto período de tempo. `Conversei com reitores de várias universidades que já usam o Enem, a UFRJ, a Unifesp, a UFSCar, e também com reitores que têm suas seleções próprias. A UFRGS, a UFBA, a UFPA estão discutindo isso. Então eu não vi nenhum reitor reclamando, querendo sair, mas vários querendo entrar`, disse Campolina.
Ele ainda cita o caráter democrático do Enem. `Todos os países desenvolvidos têm um exame nacional. Nós achamos isso um grande avanço, uniformiza prova, da oportunidade para todos os candidatos, tem efeito sobre educação pública`, defende o reitor. Ele diz também que abrir mão da estrutura já montada pela maioria das universidades para a preparação dos vestibulares não é um problema. `No nosso caso, a comissão vai continuar trabalhando porque cursos com habilidades específicas vão precisar manter provas de técnica, mas muitas funções serão desativadas e essas pessoas serão deslocadas para outras áreas. Não é um problema.`
Segundo o ex-presidente do Inep e professor da Universidade de São Paulo (USP) Reynaldo Fernandes, para muitas universidades é até um `alívio` abrir mão do peso de elaborar um vestibular próprio. Para ele, a maior resistência ao Enem não está nas mudanças em sua estrutura interna, e sim na confiança na prova nacional. `Acho que a adoção do Enem é uma tendência, o exame está se estabilizando, ganhando confiança, mas é evidente que é uma prova muito grande que gera problemas`, diz ao citar as falhas na logística nas edições de 2010 e 2011, como o furto de cadernos e vazamento de questões do pré-teste.
O especialista, que foi um dos idealizadores do Enem, aponta que um dos principais benefícios do Enem – e que precisa ser mais discutido – é a mudança no ensino médio, abordando conteúdos de forma interdisciplinar e sem as `decorebas` do vestibular, opinião compartilhada pelo pró-reitor da UFBA. Hoje a UFBA define como vai ser o ensino médio nas escolas da Bahia. Em cada Estado ocorre a mesma coisa. Mas se tivermos uma sinalização conjunta do que deve ser ensinado no ensino médio, como propõe o Enem, daremos um passo à frente para melhorar a educação no Brasil`, afirma Ricardo Miranda.
As polêmicas que permeiam Enem desde que ele se tornou um exame nacional, observa o professor da USP, impedem que se discuta o conteúdo cobrado. Quem ditava o ensino médio no Brasil era o vestibular, e o Enem surge para mudar isso. Só que são tantas polêmicas, muitas delas tratadas de forma exagerada (pela mídia), que até hoje só vi se discutir a logística do exame, ninguém até hoje propôs um diálogo sobre a função da prova, critica.

USP abre escritórios em Boston, Londres e Cingapura

MARIANA TOKARNIA - AGÊNCIA BRASIL - 26/03/2013 - BRASÍLIA, DF
A Universidade de São Paulo (USP) vai abrir três escritórios fora do Brasil, em Boston, Londres e Cingapura, além de um escritório em São Paulo. De acordo com nota divulgada pela instituição, as unidades servirão como ponto de apoio para convênios e de atendimento a professores e estudantes. “O objetivo dos escritórios internacionais é que possam organizar e acolher simpósios e reuniões que divulguem a produção científica da instituição”, diz a nota.
Está previsto também o aumento da quantidade de bolsas para pesquisadores e estudantes estrangeiros que queiram passar períodos na USP. O número de benefícios dependerá do interesse demonstrado pelas unidades e haverá ainda um incremento de bolsas para docentes e alunos da universidade que queiram atuar por um tempo fora do país.
O programa funcionará por um ano, o último da gestão do reitor da USP, João Grandino Rodas. Posteriormente, haverá a implantação de uma segunda fase, com a duração de quatro anos, que dependerá do próximo reitor.

domingo, 6 de janeiro de 2013

COMO SERÁ O MUNDO EM 2150?



É notória a evolução sem precedentes de todas as áreas da ciência, desde a tecnologia a medicina. Toda essa evolução, ao contrário do que fala a música de Lulu Santos... assim caminha a humanidade em passos de formiga..., está caminhando a passos largos, sem precedentes na história. Nossa limitada mente jamais conseguiria imaginar o que os bastidores da ciência, em todos os níveis, vem preparando para os seres humanos na posteridade. Existem pesquisas em andamento que foge a qualquer pressuposto que venhamos a fazer. 
Se já é difícil fazer previsões sobre o que acontecerá no mundo durante os próximos dez anos, imagine quando elevamos o campo de análise para um período de 150 anos. Pois é isso que o site BBC Future preparou para os leitores. Na imagem postada acima deste parágrafo, você pode conferir um pouco mais sobre as previsões que os especialistas da BBC fizeram sobre o futuro da ciência, tecnologia, política e outros assuntos.
Na imagem, você pode perceber que há duas grandes divisões. À esquerda estão as previsões mais prováveis de se tornarem realidade (Most Likely) e à direita estão as com menos chances de virarem realidade (Least Likely). Elas vão do ano de 2013 até 2150. Todas as informações da imagem estão em inglês, por isso é necessário possuir um pouco de compreensão no idioma. Logo abaixo você pode conferir as traduções de algumas das mais importantes:

  • 2013: O Grande Firewall Chinês deve cair, garantindo que a população da China tenha acesso à internet mundial sem restrições;
  • 2013: Pacientes podem receber indicações de apps junto com as receitas de remédios;
  • 2014: Seu genoma poderá ser mapeado por menos de 100 dólares;
  • 2015: O primeiro rato imortal do mundo será criado em laboratório;
  • 2016: O Facebook deve ser superado por uma nova rede social;
  • 2019: Devem surgir os primeiros olhos biônicos de alta resolução;
  • 2020: Muitas pessoas deverão ter equipamentos para gravar todas as conversas que possuírem;
  • 2020: As primeiras demonstrações de Energia de Fusão devem começar a aparecer;
  • 2030: O governo mundial poderá ser instaurado;
  • 2030: Voos comerciais começarão a ser realizados sem pilotos;
  • 2037: Carros deverão ficar livres de motoristas humanos;
  • 2050: A população mundial atingirá o maior número possível e começará a declinar;
  • 2050: Pais terão o direito de escolher características de seus filhos por seleção genética;
  • 2062: Uma base será instalada em Marte;
  • 2062: O primeiro humano clonado aparecerá;
  • 2100: Uma nova Era Glacial começará;
  • 2112: Grandes corporações terão pelo menos um executivo com inteligência artificial;
  • 2150: Humanos poderão viver mais de 150 anos.


Fonte: BBC Future

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Profissionais de nível técnico podem ganhar mais que os de nível superior

Edney Silvestre - G1 Globo.com - 04/09/2012 - Rio de Janeiro, RJ

Os cursos técnicos podem ser uma ótima opção para quem ainda não escolheu que carreira seguir ou quer mudar de área. Uma pesquisa mostra que os salários em alguns setores da indústria são maiores do que os de profissionais com nível superior.
Vinicius Ferreira da Cruz é técnico em soldagem. Em uma multinacional, ele controla a qualidade da solda de tanques para fabricação de gases de acordo com as normas dos diversos países do mundo para onde a empresa exporta. Aos 27 anos, Vinicius já pode pensar em se casar, como queria há um bom tempo. Ele ganha hoje três vezes mais do que quando era caldeireiro, seis anos atrás. O salário de Vinicius não é exceção.
Um estudo do Senai mostrou que trabalhadores de muitas áreas técnicas ganham mais do que profissionais com diploma universitário, como médicos, advogados, analistas de sistemas e desenhistas industriais. Segundo o levantamento do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, a remuneração média de começo de carreira para trabalhadores de 21 ocupações técnicas é de R$ 2.085,57.
Em Pernambuco, chega a R$ 2.545. É superior ao recebido de médicos recém-formados. Em Goiás, ultrapassa o de novos advogados: R$ 2.465. Em São Paulo, chega a R$ 2.838, superior ao de desenhistas industriais e analistas de sistemas. O que mudou a vida de Vinicius foi um curso técnico.
“Foi quando aqueceu a indústria naval e eu percebi que a área de soldagem era muito carente. Eu optei por fazer o curso técnico de soldagem devido à carência da área”, explica o técnico em soldagem.
Com a mesma esperança, jovens estudam 20 horas por semana em um curso técnico. Será assim por dois anos e meio.
“Meu foco inicial é terminar o meu curso técnico, arrumar um emprego na área, e posteriormente dentro da indústria, quando eu já tiver lá dentro, direcionar para outra área, alguma coisa que seja dentro do que a indústria pede”, conta Fabio Merathi de Medeiros, técnico de informática.
Pelo futuro como técnico, Diego vai deixar de lado uma carreira militar.
“O Brasil hoje em dia necessita muito dessa mão de obra. Muitas grandes empresas estão procurando e tentando resgatar o máximo desses alunos pra poder incluir no mercado de trabalho”, diz Diego da Silva Sales, militar.
Eles sairão daqui técnicos em automação industrial com salário inicial em torno de R$ 2.400. Ainda são raridade. “A nossa estrutura é fortemente voltada para a educação regular e não para a educação profissional. Na Alemanha, dos jovens entre 15 e 19 anos, 53% tem educação profissional. No Brasil, esse número é apenas de 6,6%”, diz o diretor-geral Senai, Rafael Lucchesi.
Muito requisitados, profissionais como Vinicius podem alcançar aumentos de até 160% do salário inicial. No momento, existem no Brasil dois milhões e 400 mil trabalhadores com nível técnico. E quem tem 10 anos de experiência está ganhando, em média, R$ 5.690. Ou seja, mais de nove salários mínimos.
“O fundamental é levar essa informação para a juventude. Que ela pode, sim, apostar na educação profissional na sua visão de carreira futura”, aponta o diretor-geral Senai.

Pra que serve isso tudo?

Coluna Livre - Portal Aprendiz - 03/09/2012 - São Paulo, SP

Há anos se escuta que o papel da escola na chamada “era da informação” não é mais informar o aluno, mas formá-lo. Seria ocioso empanturrar o educando de conhecimentos, muitos dos quais ele já obtém por outros meios, em especial a internet; o que interessa acima de tudo é lhe dar a capacidade de filtrar os conteúdos para o resto da vida, ficando com o que tem valor.
Não cabe aqui entrar na complicada questão da confiabilidade das informações a que os estudantes têm fácil acesso hoje, embora o tema exija reflexão cuidadosa e urgente nos meios pedagógicos. Cabe, porém, o alerta de que, se a capacidade de selecionar criteriosamente informações evita, por um lado, que o aluno fique atordoado em meio a uma variedade de fontes de conteúdo, não impede, por outro, que termine por se perder num emaranhado de elementos desconexos dentro da própria cabeça. É a velha questão que o estudante, em alguma fase do seu amadurecimento, acabará por colocar: “Mas pra que serve isso tudo”? Ele seleciona os dados que importam, mas os pedaços soltos não se encaixam naturalmente, não se harmonizam, não convergem para nada.
O colégio raramente vai dar uma resposta para essa indagação ou ajudar o aluno a encontrá-la. Pelo contrário: vai provavelmente dificultar a montagem do quebra-cabeça mental, com uma profusão de ensinamentos fragmentados e muitas vezes contraditórios. Em português, por exemplo, é grande a chance de a criança ser acostumada à ideia de que, como a língua é um processo ininterrupto de transformação, não existe erro em matéria de idioma, e sim padrões distintos de expressão, todos igualmente aceitáveis. Já na matemática e nas demais disciplinas que envolvem cálculo, sai a relativização do certo e do errado e entra um cortejo de fórmulas estanques consagradas pela autoridade da ciência. As correntes elétricas, ao contrário da regência dos verbos, não admitem interpretações subjetivas.
É natural, claro, conviver com uma certa confusão de informações. O adulto também não consegue encaixar perfeitamente todas as peças do quebra-cabeça que o irá acompanhar até o fim da vida. Nem o professor consegue. O adolescente, aliás, é naturalmente obrigado a passar por uma imersão no caos para poder começar a assumir a responsabilidade pela própria vida. Alguma ordem, porém, precisa existir. Se a escola não der ao aluno a capacidade de integrar as informações desconexas numa visão abrangente, com um mínimo de coerência e harmonia ? e ela normalmente não dá ?, ele vai buscar por conta própria, onde puder, a integração dos conhecimentos. Provavelmente vai tomar emprestado do meio social em que vive algum arremedo de visão de mundo, que será mais confusa quanto mais desordenado for esse meio social.
Às universidades, como a própria palavra já indica, caberia, tal qual já coube em outros tempos, dar ao estudante uma compreensão universal da gama de informações que ele acumulou ao longo dos anos. Mas, de modo geral, elas abdicaram dessa responsabilidade há décadas, transformando-se em meras escolas profissionalizantes que mal preparam os alunos para as exigências do mercado de trabalho. E não dão o menor sinal de que vão mudar.
A conclusão inevitável é que é preciso, antes de o aluno deixar o ensino médio, ajudá-lo a filtrar informações e integrá-las numa concepção de mundo mais ou menos coerente. Não se trata de doutrinação. Trata-se de lhe dar condições de juntar as peças, de procurar conscientemente sua própria concepção de mundo, o que faz parte do desenvolvimento de uma inteligência autônoma. Formar o educando além de informar, um mantra dos estabelecimentos de ensino, não se consegue sem a indispensável integração dos saberes, fundamento da boa educação.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Marketing Internacional
Palestrante: Dr. Tito Carvalho - Universidade Fernando Pessoa e Universidade Lusófona - Portugal

Mesa Redonda: Mundo Global, Conhecimento Glocal.
Membros: Dr. Tito Carvalho - Mediador - Universidade Fernando Pessoa e Universidade Lusófona - Portugal
                  Prof. Ms. Anna Cecília - Professora da AESGA e Doutoranda na Universidade de Aveiro - Portugal.
                  Prof. Esp. Izabela Lea Valente - Secretária Executiva do Grupo Votorantim e Doutoranda em Ciências Empresariais da Universidade Fernando Pessoa - Portugal.